segunda-feira, 22 de Setembro de 2014

Quatro décadas depois, o leão de regresso à Guiné-Bissau


Os biólogos acreditam que os últimos leões abandonaram a Guiné-Bissau quando a guerra pela independência lhes virou o "habitat" do avesso, mas, quatro décadas depois, um rugido e pegadas no Leste do país anunciam o regresso do rei da selva.

"A pegada é inequivocamente de leão" conta Annemarie Goedmakers à agência Lusa em Bissau.

O achado foi feito por um colaborador da fundação Chimbo que preparava estações de observação de chimpanzés na floresta do Boé e que registou um som que identificou como um rugido de leão: para tirar dúvidas, no dia seguinte voltou ao local e lá estavam as marcas no solo.

Agência Lusa

PERFIL DO NOVO CEMGFA BIAGUÊ NA N´TAM


domingo, 21 de Setembro de 2014

PJ DETEVE DECANO DA FACULDADE DE MEDICINA DE BISSAU

A Polícia Judiciária deteve no início da tarde de ontem (sexta-feira), Decano Nacional da Faculdade de Medicina de Bissau, Abulai Biai por suspeita de corrupção e venda de vagas de ingresso de alunos na referida instituição.

Uma fonte junto daquela corporação policial, informou ao nosso jornal que o Decano da Faculdade, Abulai Biai estava a ser ouvido na PJ pelo Inspetor da Brigada dos Delitos Económicos sobre o caso da suspeita de corrupção e jogo de influência no processo da seleção dos estudantes.

O inspetor da PJ depois da audição, declarou a prisão ao suspeito bem como ao seu colaborador, que de acordo com a mesma fonte é quem recebia dinheiro das mãos de estudantes.

O Democrata apurou ainda que a denúncia de corrupção e jogo de influência no processo da seleção dos candidatos à escola de medicina foi feita pelos próprios estudantes junto das autoridades judiciais.

Segundo a nossa fonte, os candidatos alegam que, apesar de terem obtidos notas exigidas para admissão no curso, foram excluídos simplesmente por não terem dinheiro para subordinar os responsáveis da Faculdade de Medicina. O Jornal O Democrata soube que a detenção, por ter sido feita na sexta-feira, o suspeito será apresentado ao Juiz da Instrução Criminal na próxima segunda-feira para o efeito da legalização da prisão preventiva.

Recorde-se que em Agosto do ano passado a Polícia Judiciária efetuou uma busca no gabinete do Professor, igualmente Reitor da Faculdade de Medicina, Abulai Biai, com intuito de encontrar elementos que comprovem indícios de corrupção e jogo de influência no processo da seleção de candidatos ao curso de Medicina.

Fonte : O Democrata

Procuradora vai dirigir PJ da Guiné Bissau

A procuradora-geral adjunta Filomena Lopes é a nova diretora da Policia Judiciaria (PJ) da Guiné-Bissau em substituição de Armando Namontche, que tinha sido nomeado pelo Governo de transição, disse à Lusa fonte do organismo.

Filomena Maria Mendes Lopes


A nova responsável da PJ guineense foi nomeada na última semana pela ministra da Justiça, Carmelita Pires, e tomou posse na terça-feira.

Formada em direito na Rússia, Filomena Lopes é um quadro do Ministério Público, tendo desempenhado, entre outras, as funções de delegada da procuradoria junto das seções de Trabalho, Família e Menores no Tribunal Regional de Bissau.

Tem 50 anos e é pós-graduada em direito penal pela Faculdade de Direito de Bissau.

Antes de ser nomeada diretora da PJ, a nova responsável estava a trabalhar na Câmara Cível do Supremo Tribunal de Justiça, como procuradora-geral adjunta.

Tem um bom domínio da língua portuguesa e russo e conhecimentos razoáveis em francês e espanhol.

A Polícia Judiciária guineense é das mais ativas no país por se destacar sobretudo na luta contra o tráfico de drogas e de crianças.

Nos últimos anos, a corporação tem encetado um forte combate aos dois fenómenos com resultados assinaláveis, de acordo com a apreciação de parceiros internacionais.

sexta-feira, 19 de Setembro de 2014

Os Estados Unidos da América (EUA) declararam que o novo Governo da Guiné-Bissau está a fazer "progressos consideráveis"

Bissau, 18 set (Lusa) - Os Estados Unidos da América (EUA) declararam hoje que o novo Governo da Guiné-Bissau está a fazer "progressos consideráveis" no restabelecimento de um Estado de direito, de acordo com uma nota enviada à agência Lusa.


Governo da Guiné-Bissau está a fazer "progressos consideráveis" - EUA


"Soubemos pela comunicação social que o Presidente (José Mário) Vaz dispensou formalmente o general Indjai da sua posição de chefe militar", refere a nota da embaixada dos EUA em Dacar, Senegal, em resposta a questões colocadas pela Lusa sobre a exoneração do Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA).

"O novo Governo eleito da Guiné-Bissau está a passar por um processo de restabelecimento de um estado de direito num país que há apenas dois anos sofreu um golpe militar. [O Governo] tem feito progressos consideráveis", refere a representação norte-americana.
Segundo a nota, as "mudanças de pessoal são uma parte do processo de consolidação democrática".

"Tencionamos continuar a trabalhar e a apoiar o novo Governo da Guiné-Bissau à medida que constrói um Estado de direito democrático", conclui.

Sobre o ex-CEMGFA António Indjai recai um mandado de captura da justiça norte-americana que o acusa de participação em tráfico internacional de droga e armas - mas sobre o qual a representação diplomática dos EUA não fez qualquer comentário.

Indjai entregou hoje o gabinete e dossiês ao sucessor, Biaguê Nan Tan, nomeado na quarta-feira pelo Presidente da República para chefiar os militares guineenses.

Murade Murargy: “A Guiné-Bissau precisa muito, muito, muito da CPLP”

Murade Murargy, secretário-executivo da CPLP, sobre o futuro conselho de ministros extraordinário que vai decorrer na Guiné-Bissau, salienta que “a Guiné-Bissau precisa muito, muito, muito de nós. A CPLP [Comunidade de Países de Língua Portuguesa] tem de fazer um grande esforço em relação à Guiné-Bissau, que é um país-irmão, um país fundador, para dar um sinal de que estamos solidários”.

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No encontro, os ministros dos nove estados membros vão ouvir as autoridades guineenses de modo a compreender a evolução do país, desde o golpe de Estado de 2012 até à atualidade – período pós eleições legislativas e presidenciais, que decorreram em abril e maio.

Segundo Murargy, a prioridade deste encontro vai ser conhecer as maiores necessidades da Guiné-Bissau. E o secretário executivo antecipa já um apoio na formação das Forças Armadas guineenses, afirmando que os países de língua portuguesa têm de “manter viva a chama” da Guiné-Bissau.

“É nossa obrigação. A Guiné-Bissau é um problema nosso, não é dos outros. Nós é que temos de manter a Guiné-Bissau na agenda do internacional”, defendeu, acrescentando, “Temos de fazer qualquer coisa, senão ficamo-nos só pelas palavras”.

Murargy adiantou ainda que os ministros dos Negócios Estrangeiros da CPLP, antes de se juntarem na Guiné-Bissau, vão, como habitualmente, reunir-se à margem da reunião da assembleia-geral das Nações Unidas, na próxima semana, em Nova Iorque, onde além de discutirem desde já a atual situação e medidas de apoio à Guiné-Bissau, os ministros vão fazer um balanço sobre a cimeira da CPLP em Díli, que decorreu em julho e que ficou marcada pela adesão da Guiné Equatorial.

(ONG) da Guiné-Bissau revela que existe “um grande conhecimento da lei que criminaliza excisão feminina”, mas prática mantém-se

Um estudo divulgado por uma organização não-governamental (ONG) da Guiné-Bissau revela que existe “um grande conhecimento da lei” que criminaliza a excisão feminina, mas, ainda assim, a prática persiste em várias comunidades.

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O estudo foi feito pela ONG Djinopi e centrou-se nas comunidades islamizadas de Bissau e Bafatá, duas das regiões da Guiné-Bissau onde a prática da excisão feminina é mais acentuada, mesmo perante a lei que a criminaliza, aprovada no Parlamento em 2011.

A partir das respostas de homens das duas comunidades, o estudo concluiu que cerca de 89% acreditam que a excisão “é uma lei, um dever” que todas as mulheres muçulmanas devem cumprir para que possam ser aceites na comunidade.

A socióloga guineense Cremilde Alves, autora do estudo, diz que “tudo isso não passa de um preconceito” que precisa de ser “desconstruído” na mente dos homens, uma vez que a religião islâmica não tem nada a ver com a prática da excisão.

Acreditar que uma mulher não excisada não poderá cumprir tarefas domésticas “é um mito” que não tem fundamentação no Islão, mas em crenças ancestrais, diz a investigadora que percorreu as duas comunidades para perceber como era tratado o fenómeno.

Cremilde Alves afirma que existe “uma certa confusão” na interpretação dos preceitos religiosos na Guiné-Bissau, uma vez que nos países islâmicos, como é o caso da Arábia Saudita, a prática de excisão não é observada.

Para a investigadora, a prática só poderá ser justificada com crenças pré-islâmicas na Guiné-Bissau porque mesmo com a Fatwa (decreto religioso) pronunciada em 2013 pelos líderes islâmicos do país contra a excisão, a mutilação persiste em várias comunidades do país.

A prática de excisão feminina é mais acentuada na etnia Fula (uma das mais representativas do país) que a consideram uma honra.

“Ficou evidente que tanto os homens como as mulheres desse grupo étnico estão muito ligados à questão da honra feminina” de quem tenha sido submetida à excisão, sublinha a investigadora, que recomenda um trabalho de “desconstrução dessa verdade” através de campanhas de sensibilização.

O estudo revela também que existe nas duas comunidades, Bissau e Bafatá, “um certo preconceito” das mulheres em relação àquelas que não tenham sido submetidas à excisão, classificadas como “impuras e sujas”.

Lusa

quinta-feira, 18 de Setembro de 2014

Ébola : São necessários mil milhões de dólares para combater a epidemia

Bissau, 18 Set 14 - Uma reunião de urgência deve ter lugar hoje em Nova Iorque para marcar a mobilização da comunidade internacional sobre a necessidade de todos os países se envolverem na luta contra o vírus ébola, refere a RFI.


A ONU estima que serão necessários investir mil milhões de dólares americanos para parar a epidemia de ébola.

Segundo a RFI que cita o seu correspondente no local, o Conselho de Segurança das Nações Unidas indica que o vírus é agora considerado uma “ameaça a a segurança internacional”.

A resolução proposta convida aos estados membros a fornecer ajuda de urgência tais como hospitais de campanha, equipas médicas e pede igualmente que se ponha fim ao isolamento da Libéria, Guine-Conacry e Serra Leoa.

“Trata-se de um toque para uma mobilização geral”, disse Jean-Victor NKolo, porta-voz das Nações Unidas.

“Sentimos esta mobilização da comunidade internacional que se diga, a justa medida. Se isso se passa hoje na Libéria ou na Serra leoa, pode também se passar nos nossos países porque vivemos numa vila global e as pessoas viajam rápida e facilmente e muito longe, recordou NKolo acrescentando que não se trata desta vez de analisar e falar.

A Assembleia-geral das Nações Unidas deve votar ainda uma resolução e estima que será necessário investir mil milhões de dólares para parar a epidemia.

RFI

Este vídeo devia ser visto por todo o mundo

Dedico este vídeo ao Hamiltom Monteiro um dos melhores Ornitólogos de Africa, que por acaso é guineense e que todos os anos acrescenta mais espécies novas á lista de aves da Guiné-Bissau  Vulpes Vulpes

Todos os membros do governo declararam bens pessoais ao entrar em funções

Todos os membros do governo da Guiné-Bissau entregaram declarações listando os seus bens pessoais, cumprindo uma exigência do conselho de ministros, disse hoje à agência Lusa o secretário-geral, Olívio Pereira.

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O conselho de ministros guineense tinha decidido que todos os membros do governo teriam até à última segunda-feira para entregar uma relação dos seus bens imóveis e móveis (incluindo contas bancárias, entre outros).

A ideia lançada pelo primeiro-ministro, Domingos Simões Pereira, pretende conferir transparência à gestão pública, no caso, mostrar aquilo que tem cada membro do governo quando entra em funções (o governo foi empossado no início de julho), para que possa ser comparado com o património à saída.

"Todos entregaram as declarações no prazo", indicou Olívio Pereira.

O secretário-geral da presidência do conselho de ministros adiantou que o líder do executivo foi o primeiro a completar a declaração de bens.

Cada documento, em modelo único, foi preenchido e assinado pelo titular e entregue pessoalmente nas mãos de Olívio Pereira.

Aquele responsável afirmou que vai encaminhá-las agora para o conselho de ministros, órgão que tomará a decisão sobre qual a entidade que ficará como "fiel depositária" das mesmas, podendo ser o Supremo Tribunal de Justiça, a Procuradoria-Geral da República ou o Tribunal de Contas.

Não é a primeira vez que um governo na Guiné-Bissau propõe que seja feita uma declaração de bens dos seus membros, iniciativa que noutras ocasiões quase sempre não foi respeitada ou caiu em desuso.

Primeiro-Ministro de Transição chamado ao tribunal

Bissau,18 Set 14 (ANG) - O Primeiro-Ministro de Transição, Rui Duarte Barros, deve apresentar-se hoje a Vara Crime do Tribunal Regional de Bissau para prestar declarações

No âmbito do polémico caso de privatização dos serviços de Administração dos Portos da Guiné- Bissau (APGB) decidida pelo governo de Transição.

Segundo o jornal “O Democrata” que cita uma fonte do Ministério Público não identificada, o “assunto da privatização” gerou polémica na altura ao ponto de trabalhadores da APGB encerrarem com contentores as portas da empresa, em protesto contra uma alegada intenção de privatização da empresa pública, por parte do governo de transição.

Ainda segundo o “O Democrata” Rui Duarte Barros será ouvido enquanto Primeiro-ministro na altura.

Antes das declarações do ex-Primeiro-ministro, o Tribunal deve ouvir um dos antigos guarda-costas do falecido presidente Koumba Yala, considerado principal suspeito no caso de espancamento do ex-ministro dos Transportes e Comunicações, Orlando Viegas, que tutelava a Administração dos Portos da Guiné-Bissau.

O Orlando Viegas foi espancado por desconhecidos à porta da sua própria casa em Alto Bandim em Bissau e em consequência desse espancamento teve que ser evacuado de emergência para tratamento médico no Senegal. ANG/AC

CPLP prepara conselho de ministros na Guiné-Bissau para "mostrar apoio"

Lisboa, 17 set (Lusa) -- Os ministros dos Negócios Estrangeiros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) vão reunir-se na Guiné-Bissau no final de outubro para demonstrar "apoio e solidariedade" e avaliar quais são as necessidades deste país.


"É mais uma missão de apoio e solidariedade com a Guiné-Bissau. Os ministros vão ouvir as autoridades para ver como é que a situação está a evoluir ao fim deste tempo, após o golpe de Estado [de 2012], o período de transição e o pós-eleições" legislativas e presidenciais, em abril e maio deste ano, disse à Lusa o secretário-executivo do bloco lusófono, Murade Murargy.

Outro dos objetivos do conselho de ministros extraordinário é o de "sentir as necessidades da Guiné-Bissau 'in loco'", referiu o responsável.

"A Guiné-Bissau precisa muito, muito, muito de nós. A CPLP tem de fazer um grande esforço em relação à Guiné-Bissau, que é um país-irmão, um país fundador, para dar um sinal de que estamos solidários", afirmou.

O apoio da CPLP pode passar por algum dos aspetos em que este país tem necessidades, como a formação das Forças Armadas, exemplificou.

"Temos de fazer qualquer coisa, senão ficamo-nos só pelas palavras", sustentou Murade Murargy.

Para o secretário-executivo da CPLP, os países de língua portuguesa têm de "manter viva a chama" da Guiné-Bissau.

"É nossa obrigação. A Guiné-Bissau é um problema nosso, não é dos outros. Nós é que temos de manter a Guiné-Bissau na agenda do internacional", defendeu.

Murargy adiantou que os ministros dos Negócios Estrangeiros da CPLP vão reunir-se, como habitualmente, à margem da reunião da assembleia-geral das Nações Unidas, na próxima semana, em Nova Iorque.

No encontro, a situação e o apoio à Guiné-Bissau estarão em cima da mesa, bem como um balanço da cimeira de chefes de Estado e de Governo, que decorreu em Díli no dia 23 de julho e que ficou marcada pela adesão da Guiné Equatorial.

Lusa

Biaguê Nan Tan Presidente da Guiné-Bissau pede "força armada republicana" a novo chefe militar

O novo chefe das Forças Armadas da Guiné-Bissau, Biaguê Nan Tan, foi hoje empossado numa cerimónia presidida pelo chefe de Estado guineense, José Mário Vaz, que lhe pediu para dotar o país de uma "força armada republicana".

"Queremos uma força armada republicana em obediência ao poder político democraticamente eleito", defendeu José Mário Vaz ao dirigir-se ao novo chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA).

Antes de ser empossado no cargo, Biaguê Nan Tan foi graduado pelo presidente guineense, passando da patente de brigadeiro-general para a de tenente-general, isto é, de general de duas para três estrelas.

O presidente guineense alertou o novo responsável militar para as suas responsabilidades, realçando que o povo e a comunidade internacional "esperam muito" de Biaguê Nan Tan.

"Sobretudo na criação de um bom ambiente nos quartéis, na pacificação das nossas forças armadas e na boa condução das reformas", observou José Mário Vaz, sublinhando que a reforma é a principal missão de Nan Tan.

José Mário Vaz disse acreditar que, pelo perfil do novo chefe militar, enquanto "homem de Estado", antigo combatente, militar de carreira e profundo conhecedor das Forças Armadas guineenses, saberá vencer o "desafio".

O Presidente guineense esclareceu ainda que a mudança na chefia das Forças Armadas foi decidida de forma normal pelas autoridades eleitas, enaltecendo que "para lá das funções, existe o país" e defendeu que o novo chefe do Estado-Maior "tem o perfil que se adapta ao momento difícil" por que passam os ramos militares do país, sobretudo com falta de recursos.

Ausente na cerimónia, o ex-chefe das Forças Armadas, António Indjai, mereceu palavras de apreço por parte de José Mário Vaz, tendo destacado o "precioso contributo" durante o "momento crítico da história recente" do país em que jogou toda sua influência para o bem do povo, referiu.

António Indjai "tem as portas da presidência abertas para tudo" aquilo em que achar "que ela poderá ser-lhe útil", disse José Mário Vaz.

Lusa